Google Calder
Às vezes a Google acerta em cheio nos logotipos especiais. Tem uns (como o das ervilhas, homenageando o experimento de Mendel) que deixam todos com cara de “WTF”, mas há alguns, como o de hoje, que são de encher os olhos.

Os chamados doodles são usados há tempos pela empresa para celebrar datas especiais, lembrar momentos marcantes ou anunciar eventos importantes. O dessa sexta (22/07) é sobre Alexander Calder que, se vivo, estaria completando 113 anos hoje, se estivesse vivo (agora passe isso para 30 contatos, ou a Samara – a que morreu no arame farpado, não a que morreu no poço – vai vir puxar seu pé de noite). “Mas quem diabos é Alexandre Calder?” É, eu também não sabia, até escrever esse texto. “Sandy” (não confunda com a cantora sem-sal que virou garota propaganda da Devassa) Calder, foi um engenheiro que depois virou pintor, ilustrador e, então, escultor. O Doodle de hoje retrata uma de suas obras, um móbile, um pouquinho “Googlada”. Ok, acabou a aula de artes. Pegue seu notebook, abra a página do Google e vire o computador de lado. O acelerômetro fará o resto.

Original

Móbile no qual foi inspirado o doodle de hoje

Curtiu? Antes que a vontade o mova, vou logo avisando: não funciona com smartphones (ao menos não com iPhones e Androids). E outra: o acelerômetro usado em notebooks é fraco e pouco preciso, é mais usado para detectar movimentos bruscos (como uma queda) por questões de segurança (desligar o HD e cortar a energia enviada pela bateria). Ainda que dê para fazer esses usos básicos, não espere jogar Need For Speed usando seu computador portátil como volante.

Quer saber como isso funciona? Com o poder do HTML5. Por meio dessa linguagem (de marcação, não de programação, veja bem), é possível embutir um código que interage com o acelerômetro da máquina, criando esse efeito.
Para máquinas mais antigas, que não tenham acelerômetro (e, por consequência, estão mais suscetíveis a danos por quedas que notebooks com o sensor), o doodle não funciona (no velho Dell Latitude da minha mãe, por exemplo, não foi – e, sim, eu me diverti com ela virando o notebook de um lado pro outro sem resultado). Mas usar o cursor para mexer no móbile está liberado para todo o mundo 🙂

P.S.: Por favor, quem tem somente desktops, evite ficar girando seu monitor. Vai por mim, não acho que os leitores do NumClique vão querer parecer idiotas com uma tela de 19″ virada de lado.

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