A expressão “máquina de fazer sexo”, aos poucos, está deixando de ser uma metáfora para se transformar em realidade. Isso é o que o pensa o escocês David Levy, pesquisador em inteligência artificial. Ele é autor do livro Love and Sex with Robots (Amor e Sexo com Robôs), lançado em 2007, nos Estados Unidos. O pesquisador acredita que em 40 anos nós (ou pelo menos ele) poderemos fazer sexo com robôs e até mesmo casar com eles.
David Levy também afirma que, em 2050, os robôs terão a aparência e a personalidade que o “usuário” quiser e ainda serão programados para amarem os seus donos. Em entrevista à revista Época, Levy ainda disse que o sexo com máquinas será melhor do que com humanos. “Os robôs serão ainda melhores porque nós poderemos programá-los com todos os manuais e guias sexuais que já foram escritos. Os robôs serão os melhores amantes do mundo”. Isso não lembra o gigolô Joe de A.I. Artificial Intelligence?
O pior é todas essas idéias foram apresentadas por Levy em sua tese de doutorado na Universidade de Maastricht, na Holanda (tinha que ser!). No final da entrevista, o pesquisador afirmou que “em cinco anos os primeiros robôs sexuais, bastante primitivos, já estarão no mercado”. Pois é, doutor, parece que não demorou tanto tempo assim…
Em algum lugar da França (tinha que ser!), cientistas desenvolveram um protótipo de um robô que faz sexo. Imagens da máquina do prazer em ação foram gravadas e vazaram na internet (como sempre). Você pode conferir tudo no vídeo abaixo.
Pelo visto ele ainda apresenta algumas disfunções e uma libido descontrola. Mas esse é apenas o primeiro de muitos que virão.
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