Papel eletrônico

Postado em 31 jan 2008 por Joares Miranda

Papel eletrônicoA Epson anunciou recentemente o desenvolvimento de um papel eletrônico. Mas… papel eletrônico? Uadarréu?

Tal papel revolucionário, tem o “poder” de resolução XGA de 1536 x 2048 pixels, sendo possível isso graças à tecnologia SUFTLA (Surface Free Technology by Laser Ablation/Annealing) combinada com os transistores finos de baixa temperatura (os LTPS-TFT).

Mas… papel eletrônico? É meu caro… enquanto você ainda usa a boa e elha bic… negada tá inventando é papel eletrônico. A explicação para o uadarréu é…

Papel Eletrônico: É na verdade, um filme de polímero extremamente fino, recoberto com circuitos eletrônicos construídos por uma técnica semelhante à impressão.

Segundo a própria Epson, tamanha resolução é a maior e mais detalhada do mundo.

O primeiro exemplar foi criado pela empresa japonesa Fujitsu, que prometia trazer ao mercado tal papel no ano de 2006, mas como estamos em 2008, e muitos nunca nem ouviram falar de tal papel… acho q tais planos… não saíram do papel… gostou aí do trocadilho? Hehehe…

não distorcendo a imagem nem mesmo quando ele é dobrado. A memória permite que uma mesma imagem seja mostrada continuamente, sem consumo de eletricidade. E mesmo para efetuar a alteração das imagens, a nova tela flexível consome pouca energia, tornando-a adequada para a apresentação de informações e anúncios em áreas públicas.

Além de superar todas as mídias hoje utilizadas, a maioria delas baseadas em LEDs, o papel eletrônico também pode ser aplicado sobre superfícies curvas.

Mas não serão apenas os anúncios que se beneficiarão com a nova tecnologia. O papel eletrônico abre a possibilidade de criação de equipamentos portáteis minúsculos, cujas telas podem ser enroladas. E, claro, consumindo muito menos energia.

Nota: O celular conceito da Nokia lembra muito este último parágrafo

O novo papel eletrônico é composto de três camadas de componentes ópticos - uma vermelha, uma azul e uma verde. Como não é necessária a utilização de filtros de cores ou camadas de polarização, as cores das imagens são mais vívidas do que aquelas apresentadas por LCDs reflexivos.

A memória incorporada ao material também tem outro efeito positivo: como não é necessário efetuar continuamente a atualização da imagem, como nos monitores comuns, a tela de papel eletrônico não apresenta o efeito “flicker”, responsável por cansaço na visão.

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