
Tudo bem que o He-Man nunca me enganou. Aquele corte chanel, a mania de colocar a mão na cintura e inclinar o corpo para trás quando ria, a corrida em lateral, a insistência de usar uma tanguinha de pelúcia nas batalhas e o fato de criar um gato davam a entender que a espada do rapaz cortava dos dois lados.
O que eu não consigo admitir é que um artista plástico acabe com a minha infância ao revelar os verdadeiros trejeitos do moreno de Grayskull. Mark Djurdjevic redesenhou os personagens de He-Man ao seu modo e eles ficaram bem esquisitos. No fim das contas, o lorão virou um emo e o Esqueleto uma mulherzinha (aquela risadinha dele também nunca me enganou).

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