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Há algum tempo, foi publicado aqui que os cientistas do MIT haviam desenvolvido uma bateria a base de lítio de fosfato de ferro, que apresentava alta densidade energética e encargos muito mais rápidos do que as de lítio convencionais. E agora o MIT novamente apresentou outro tipo de bateria, agora a partir de vírus.

Por causa das Leis Termodinâmicas o processo de fabricação de baterias é bem caro, pois para fazer com que os íons de Lítio prendam-se ao Catodo precisa-se de, além da nanotecnologia, altas temperaturas. Já com os vírus da história são diferentes.

Usando vírus geneticamente modificados os cientistas do MIT conseguiram com que eles se recobrissem com óxido de Colbato e Ouro para sentirem atração por nanotubos de Carbono. Com isso criaram um ânodo.

Usando essa mesma técnica eles criaram vírus que se recobriram de Fosfato Férrico de Lítio e eram todos juntos em nanotubos de Carbono formado de ânodo de bateria.

O uso do nanotubo reduziu significativamente os custos de produção de uma bateria, pois é realizado em temperatura ambiente, além de reduzir bastante o peso da energia acumulada.

Tresdê, no NerdCast 78, Teorias da Conspiração 2, cita essa tal bateria, lá no minuto 64.

Ele inicia falando do mendigo americano que estava no voo da Gol, 1907, que caiu. E que nesse mesmo voo tinham “pescadores”, que na verdade eram cientistas que estavam na Amazônia e estavam desenvolvendo um tal combustível a base de vírus.

Confira abaixo:

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Via Meio Bit

Publicado em

06
de abril de 2009

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