Felipe Farinon x Johnny Lee

Postado em 24 fev 2008 por Joares Miranda

Hoje de manhã recebi um e-mail do Felipe Farinon com um link para o prometido vídeo demonstrativo de sua criação.

Muito foi falado sobre a invenção do Felipe ser ou não plágio do sistema criado pelo Johnny Lee…. não estou aqui para defender um ou outro, mas é muito notório a redução de parafernalhas utilizadas pelo Felipe quanto ao sistema do Johnny…

Assisti a 3 (três) vídeos do Johnny, onde ele demonstra o modo de utilização de seu sistema… ele demonstra como utilizar não só os dedos para navegação, como também utilizando uma caneta para dar o padrão de clique… em nenhum dos vídeos tem ele utilizando um jogo para vermos a interpretação dos cliques.

Em ambos, não ficou esclarecido como seria a interpretação do clique com o scroll e/ou com o botão direito, espaço aberto a mais vídeos… hehehe…

Optei por colocar aqui tanto o vídeo do Farinon quanto o do Johnny Lee… fiquem a vontade quanto à interpretação se seria ou não plágio…

Vídeo do Farinon (sem som)

Vídeo do Johnny

O Felipe listou algumas das diferenças entre o projeto do gringo e o dele e coloquei aqui para ajudá-los a entender melhor as diferenças técnicas… coma palavra… Felipe Farinon:

  • O cara gastou no mínimo uns 60 reais para fazer a matriz de leds dele, uma técnica diferente da minha, na qual gastei no máximo 10 reais.
  • O papel reflexivo não é tão efetivo e sofre muita interferência de outras fontes infravermelhas no ambiente.
  • Ele não criou ponteiros múltiplos acima do sistema operacional, ele sequer criou algum ponteiro, ele somente indicou onde estavam as fontes infravermelhas.
  • Os pontos infravermelho dele não se distinguem um do outro, no nosso caso nós sabemos qual led corresponde a qual dedo.
  • Ele não criou um sistema de cliques. Ele interpreta como se qualquer ponto infravermelho fosse um clique (um clique no seu programa, não no sistema operacional). Então ou ele move livremente sua mão sem cliques ou ele fica sempre clicando sem mover suas mãos.
  • A pessoa tem que estar entre um intervalo de distância, na qual se ela fica perto, muitos pontos infravermelhos aparecem. Diferente do meu, que a pessoa pode ficar o quão perto ela quiser. Se o projeto do Johnny Lee fosse em um notebook como eu fiz, milhares de pontos infravermelhos surgiriam, e a pessoa não poderia ficar a uma distância agradável do computador, tendo que ficar muito longe.
  • Ele simplesmente não interagiu com o sistema operacional e nem com outros programas externos somente o seu software interpretou os dados.

Ao me ver… ambos são baita projetos e muito bons por sinal… mas a polêmica gerada não é em relação a isso… e sim sobre serem a mesma coisa ou não… e aí?! Solta o verbo!!!

Site dos desenvolvedores:

» Felipe Farinon

» Johnny Lee

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