Um estudo publicado pela Brigham Young University revela que o número de casais que tem algum problema conjugal devido ao excesso de tempo gasto com jogos on-line são surpreendentes.
De acordo com a publicação, três quartos dos cônjuges, mulheres na maioria, reclamam do vício do parceiro em videogames. O fato de compartilhar o joystick até amenizam os problemas, mas isso não quer dizer que seja a solução plena.
Como disse o amigo Emanuel Lima, quando a relação está ruim, até mesmo um gamão pode ser um problema. Concordo, mas vale lembrar que os jogos on-line são deveras mais viciantes e que muita gente abre mão de curtir sua própria vida afim de se destacar dentre os outros no mundo dos games.
De acordo com Neil Lundberg, professor responsável pela pesquisa:
É senso comum que muitos casais enfrentam problemas em torno dos games, principalmente quando os maridos são viciados na jogatina. O impacto é claro. Descobrimos que o problema não é quantas horas a pessoa passa jogando, mas sim como esse período impacta a relação entre o casal
Você aí, homem, pode até estar tentando se justificar dizendo que as mulheres também jogam, mas ao analisar os dados da pesquisa, 73% das pessoas que mais passam tempo jogando no casal são homens, ou seja, menos #mimimi e mais mudança de atitude!
O problema desses jogos online é que, como necessitam de muito tempo conectado, os momentos de conversa e tomadas de decisão dos casais são os maiores prejudicados.
Acho que tudo em nossa vida deve ter suas regras e também que tudo demais faz mal… Sem dúvidas, qualidade de tempo entre o casal é algo que faz completa diferença no relacionamento, seja por conta de videogames ou não, mas como o público aqui do blog é praticamente de pessoas ligadas a tecnologia, o alerta para que se passe mais tempo com suas companheiras ao invés de ficar jogando é necessário!
Via Veja
Categoria:
Mês/Ano: