Dando continuidade ao artigo primeiro, onde foi explanado sobre: A importância da estrutura do XHTML e como se dá a inserção de tags nativas do HTML que auxiliam na indexação, iremos falar mais sobre o “como” fazer agora… essa diria eu, é a melhor hora!
Estarei escrevendo sobre o estudo relacionado à taxa de clique nos resultados das buscas pelos maiores sites deste tipo. É só aguardar que logo irei compartilhar dessa informação com vocês, mas por enquanto vamos aprender a nos comunicar com o GoogleBot para daí sim brigarmos pelos cliques nos mesmos…
Vamos deixar de ladainha… e vamos ao assunto…. hoje começarei pelos:
Mecanismos/Recursos disponíveis para auxiliar na indexação
Além de recursos básicos inseridos no cabeçalho, a maneira a qual é redigido o código também faz muita diferença. Digo em relação a inserção da TAG para a qual ela foi definida e não para o que ela melhor seria aplicada. Podemos exemplificar da seguinte maneira: Tenho em um site um texto em meu site e quero que o mesmo apresente uma fonte em tamanho diferente do restante do site, e também temos os cabeçalhos de nível 1 ao 6 e com tamanhos respectivos para cada um, do maior pro menor, será que seria o caso usarmos um desses cabeçalhos dentro de meu texto mesmo que esta parte que quero destacar não seja um cabeçalho? Claro que não… Assim como temos padrão em tudo ao nosso redor, a internet também segue um padrão, então este crime (equívoco) deve ser contornado utilizando as folhas de estilo. Mas pode-se levantar a questão se isso faz ou não diferença para os buscadores, a resposta é SIM, faz e muita, mas explicarei melhor quando for explicar a ordem de indexação de um site.
Ainda quanto aos recursos, podemos utilizar de ferramentas que o próprio Google disponibiliza, onde nós, os Webmasters do site cadastramos o mesmo com eles e a partir dalí, sinalizamos que tem mais um site para o Google indexar. Para que se obtenha um resultado de forma mais eficiente, é necessário que se tenha um SITEMAP, que é um recurso onde você faz um mapa de todo o site e “facilita” ao robô do Google sobre quais são as páginas que tem seu site, ao invés dele simplesmente ter que “encontrar” suas páginas de forma aleatória.
Devemos sempre ter em mente que o quanto mais facilitarmos para os robôs de busca, melhor estaremos quanto aos resultados, com isso, podemos entender que:
- A escrita do código com as tags certas fazem grande diferença no resultado dos buscadores;
- As Meta Tags são fundamentais no cabeçalho do site;
- Fazermos o SITEMAP (mapa do site) ajuda na indexação;
Devemos entender que ao utilizar estes recursos não quer dizer que você será o primeiro colocado em relação às buscas. Alguns outros fatores também influenciam, dentre eles são: referências ao seu site (links de outros sites para o seu), ausência de links quebrados, conteúdo atualizado e coerente com o título do site, com as palavras-chaves e com o resumo referenciado no cabeçalho.
Como é feita esta indexação?
A indexação segue um “passo a passo”, ou melhor, um padrão e ao sabermos disso temos como “caminhar rumo ao topo” com mais segurança.
Partindo do princípio que você já cadastrou seu SITEMAP no Google para Webmasters, o GB dará início à indexação do seu site. Ele fará o seguinte trajeto:
Cabeçalho:
Nesta etapa será observado somente o que está dentro do <HEAD>.é nesta área onde o GB vasculhará sobre informações sobre seu site.
Logo após a conclusão da visita do GB este seguirá uma ordem para a indexação que é a seguinte:
- Localização dos cabeçalhos de nível 1 ao 6 (<h1> ao <h6>);
- Análise e indexação do conteúdo de acordo com a relevância apresentada na estrutura do código. Seria aqui, a intercessão entre a Meta Tag e o conteúdo;
- Verificação dos links – para indexação de outras páginas que compõem o site;
Toda a ordem citada acima, refere-se ao seu site e sua estrutura, mas além disso, para que seu conteúdo seja considerado realmente relevante, o GB procurará por referências sobre seu site em outros sites, pois é dessa maneira que ele considera que o conteúdo do site tem forte relevância e qualidade. Esta é uma das mais importantes questões no que diz respeito à indexação.
Fatores que atrapalham na indexação
- Links quebrados
Ao se deparar com esta situação, o GB passará a acreditar que seu código não tem o capricho necessário, e ludicamente falando, você não está facilitando as coisas para ele.
- Conteúdo desatualizado
Se o GB acessar o site e logo após algumas muitas visitas for verificado que nada de novo existe, o site passa a ser desconsiderado como relevante.
- Bagunça na estruturação do código
Quando observado um código onde não se segue padrão nenhum, mais uma vez o site será considerado de menor relevância e até mesmo descartado. Podemos exemplificar com a seguinte situação: O GB acessa o site e ao se deparar com o início do site com um <h5> e no meio do código um <h1> e no final um <h4>, com a mais absoluta certeza isso será considerado como algo sem nenhuma estrutura coerente e será descartado, por mais que para o webmaster aquela informação seja relevante. O fato de seguir o padrão webstandard é de extrema importância.
Conclusão
Podemos observar que a chegada ao topo nos sites de busca não passa por um caminho de leves plumas e sim de muito cascalho, espinho e atenção. Se dermos prioridade na questão de seguir os padrões webstandards e cuidarmos muito bem do código e do site em si, com certeza o sucesso ao final do projeto é quase certo.
Se notarmos, a questão de melhor posicionamento depende prioritariamente de cuidado dos desenvolvedores do que por conta de imagens piscantes, eu disse piscante e não picante… por favor né?! e qualquer outro recurso de layout. Hoje em dia, com o conceito de internet 2.0 que seria a famosa “Web 2.0″, que muitos confundem com AJAX simplesmente, é além disso, por conceito essa seria a era da web colaborativa, ou seja, onde o conteúdo teria uma relevância muito maior quando comparado à beleza do layout. Esta seria a web onde todos teriam voz em meio à multidão e poderiam compartilhar seu conhecimento sem limites e/ou fronteiras.
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