Antino Silva

Sempre fico doido com esse negócio de auto-descrição. Não sei se falo de mim na primeira ou na terceira pessoa. Às vezes, a segunda opção parece melhor, mas soa um pouco esquizofrênico falar de si mesmo como se fosse de outra pessoa. Então, vou de primeira mesmo.

Nasci em 1984 e tive o meu primeiro computador aos 10 anos. Coisa comum hoje, mas raro naquela época. Lembro que fiquei encantado com “aquela televisão” com a qual eu poderia fazer uma “arruma de coisas”, e fiz. Corri atrás de um ponto com um asterisco, escrevi textos no editor do DOS e salvei no drive B, alterei o autoexec.bat, li um livro sobre o Windows 3.11, colori do Corel Draw 4 e joguei Doom até dar uma dor.

Cresci. Estudei História, mas desisti depois de dois anos e três greves da UFC. Hoje, curso jornalismo, ou seja, continuo contando histórias. Trabalho em uma rádio como locutor, em uma fábrica de camisetas, estou estagiando no portal do O POVO e durmo pouco.

Odeio futebol e minha esposa adora isso. Conhecemos três casais que se separaram por causa de “rachas” com amigos. Pra ela é um alivio. Quase esqueci de dizer que tenho super-poderes: consigo passar muitas horas na internet, assistir três filmes seguidos e jogar Playstation até perder a sensibilidade dos dedos.

Veja os posts de sua autoria.