A humanidade nos heróis da DC

Postado em 29 abr 2008 por Antino Silva

Muita gente fala que os heróis da DC Comics são bem menos trabalhados psicologicamente do que os do Marvel. Tudo bem, eu concordo que o Homem-Aranha e o Justiceiro vivem enormes dilemas que os tornam muito humanos. No entanto, os heróis da DC também têm os seus problemas. O Batman, por exemplo, vive dividido entre ser o playboyzinho de Gotham e o bem feitor noturno que carrega vários brinquedinhos no seu cinto.

Todos os Lanternas Verdes também protagonizaram problemas. Kyle Rayner, o Lanterna mais criativo de todos, tinha dificuldade para conciliar a sua vida de patrulheiro e artista plástico não reconhecido, em Los Angeles. Rayner também teve enormes dificuldades nos seus relacionamentos amorosos. Sua namorada, Alexandra DeWitt, que ajudou no treinamento de super-herói, foi assassinada pelo vilão Major Força. Depois ele se envolveu com Donna Troy, e posteriormente com Jade, filha do ex-Lanterna Verde Alan Scott. Vai dizer que isso não são problemas humanos?

A base de toda a crítica sobre a falta de humanidade nos heróis da DC está no Super-Homem. O que ninguém lembra é que ele não é humano! Lembra de Krypton? O Home de Aço não vive os pequenos dramas cotidianos porque ele não é humano. Fim de papo!

O vídeo abaixo mostra um diaálogo construtivo entre Homem-Aranha, Batman e Super-Homem. Bem construtivo.

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