Muita gente fala que os heróis da DC Comics são bem menos trabalhados psicologicamente do que os do Marvel. Tudo bem, eu concordo que o Homem-Aranha e o Justiceiro vivem enormes dilemas que os tornam muito humanos. No entanto, os heróis da DC também têm os seus problemas. O Batman, por exemplo, vive dividido entre ser o playboyzinho de Gotham e o bem feitor noturno que carrega vários brinquedinhos no seu cinto.
Todos os Lanternas Verdes também protagonizaram problemas. Kyle Rayner, o Lanterna mais criativo de todos, tinha dificuldade para conciliar a sua vida de patrulheiro e artista plástico não reconhecido, em Los Angeles. Rayner também teve enormes dificuldades nos seus relacionamentos amorosos. Sua namorada, Alexandra DeWitt, que ajudou no treinamento de super-herói, foi assassinada pelo vilão Major Força. Depois ele se envolveu com Donna Troy, e posteriormente com Jade, filha do ex-Lanterna Verde Alan Scott. Vai dizer que isso não são problemas humanos?
A base de toda a crítica sobre a falta de humanidade nos heróis da DC está no Super-Homem. O que ninguém lembra é que ele não é humano! Lembra de Krypton? O Home de Aço não vive os pequenos dramas cotidianos porque ele não é humano. Fim de papo!
O vídeo abaixo mostra um diaálogo construtivo entre Homem-Aranha, Batman e Super-Homem. Bem construtivo.
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